sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Paisagismo e jardinagem para Araçatuba SP e região é na Verde Flora Paisagismo

Paisagismo - Saiba um pouco mais

O paisagismo não é apenas a criação de jardins através do plantio desordenado de algumas plantas ornamentais, é uma técnica artesanal aliada à sensibilidade, que procura reconstituir a paisagem natural dentro do cenário devastado pelas construções. Requer conhecimentos de botânica, ecologia, variações climáticas regionais e estilos arquitetônicos, sendo também importante o conhecimento das compatibilidades plásticas para o equilíbrio das formas e cores.
A finalidade do paisagismo é a integração do homem com a natureza, facultando-lhe melhores condições de vida pelo equilíbrio do meio ambiente. Ele abrange todas as áreas onde se registra a presença do ser humano. Até mesmo nos desertos só é notada a presença dos seres humanos nos oásis, onde existe vegetação nativa ligada à água. Desde as áreas rurais até as regiões metropolitanas, o paisagismo deve atuar como fator de equilíbrio entre o homem e o ambiente.
A manutenção de áreas verdes nas grandes indústrias influencia positivamente para o aumento da produção, chegando a assegurar uma diminuição nos índices de acidentes de trabalho. Uma paisagem mais amena nas áreas das fábricas, suavizando a artificialidade metálica dos maquinários de trabalho, diminui a tensão dos trabalhadores.
O paisagismo urbano tem por objeto os espaços abertos (não construídos) e as áreas livres, com funções de recreação, amenização e circulação, entre outras, sendo diferenciadas entre si pelas dimensões físicas, abrangência espacial, funcionalidade, tipologia ou quantidade de cobertura vegetal.
A criação de jardins internos (paisagismo de áreas internas), nas residências ou em áreas comerciais, comprova a necessidade do ser humano em manter-se ligado à natureza.

Paisagismo Rodoviário

Paisagismo rodoviário é a integração da estrada à paisagem a qual ela atravessa. A vegetação proporciona maior estabilidade aos terrenos das faixas de domínio, diminuindo a movimentação de partículas do solo e facilitando obras de drenagem que regularmente são assoreadas por ocasião das chuvas.
O termo arborização de estradas é empregado de forma genérica para designar não só a arborização propriamente dita, mas também os demais revestimentos de suas margens, taludes e terrenos adjacentes. A arborização poderá ser implantada ou melhorada, incrementando-se a vegetação existente com o manejo da faixa de domínio.
O manejo da faixa de domínio consiste num conjunto de práticas que visam a execução do manejo adequado da vegetação restante, selecionando as espécies paisagisticamente interessantes e colocando-as em locais de destaque e protegendo as espécies remanescentes.

As espécies devem ser selecionadas considerando-se fatores como:

solo
clima
luminosidade
persistência da folhagem
sistema radicular e características plásticas decorativas da folhagem
tronco, copa e coloração
Devido aos trabalhos de terraplanagem das faixas de domínio, há uma grande dificuldade em se estabelecer espécies rasteiras, quanto mais árvores. Por isto, a escolha recai sobre nativas rústicas adaptadas à região. Recomenda-se como época adequada para o plantio o período de chuvas da região.

Paisagismo Rural

As funções do paisagismo rural não estão limitadas ao embelezamento estético da paisagem, mas também às praticas preservacionistas, indispensáveis à manutenção dos elos essenciais ao equilíbrio do ecossistema nas áreas de sua implantação. É exercido de forma plena, integrando-se perfeitamente à natureza.
Para atingir bons resultados existem fatores que devem ser conhecidos:
1. Clima - determina as possíveis espécies a serem introduzidas na área.
2. Relevo - norteará o traçado geral do projeto em consonância homogênea com a paisagem natural.
3. Vegetação nativa - funciona como orientação na seleção de espécies e servirá de base para a continuação das mesmas características das espécies vegetais ou ponto de referência a uma mudança de características a fim de proporcionar contrastes ou motivos de atração.
4. Solos - verificada a constituição física do solo, pode-se prever quais espécies se adaptarão, quais as dimensões das covas para plantio e a adubação requerida para um bom desenvolvimento.
5. Ventos - o conhecimento das rotas dos ventos predominantes na área do projeto possibilita designar os locais mais favoráveis para o plantio de determinadas espécies.
6. Monumentos naturais – qualquer produção da natureza que por suas qualidades constituam motivos de excepcional interesse, como elementos paleontológicos (fósseis), elementos geomorfológicos (grutas, sumidouros, jazidas minerais), elementos topográficos (quedas d’água, paisagens), elementos florísticos ou botânicos (florestas, plantas raras), elementos zoológicos (fauna), elementos etnográficos (indígenas, inscrições rupestres, ruínas).
7. Água – fator de importância funcional e estética. Funcional porque a sobrevivência e o sucesso da composição dependerá da água, e estética porque a água é um elemento decorativo e atrativo.
8. Atividade principal da propriedade - determinará as características do projeto, como:

Arborização de estradas vicinais.
Reflorestamentos heterogêneos ecológicos.
Implantação de vegetação protetora de nascentes, mananciais e cursos d'água.
Criação de áreas verdes em clubes de campo, condomínios de chácaras, casas de campo, pousadas, estações termais, sítios.
Revestimento vegetal protetor e/ou reconstituinte de solos instáveis (taludes, voçorocas). Uma das mais desastrosas conseqüências do rompimento dos elos naturais reflete-se no solo, causando seu enfraquecimento biológico e, posteriormente, a desagregação física, levando à erosão de suas camadas, das superficiais até as profundas. Com o emprego de espécies vegetais adequadas, há uma diminuição destes danos.
Causa maiores problemas em estufas do que em casas e no exterior.
Componentes auxiliares no paisagismo rural

1. Gramados - além do embelezamento da paisagem, os gramados têm a importante função de proteger o solo da ação direta dos raios solares, evitando sua esterilização superficial. Outra função extremamente importante é a proteção contra a erosão. O revestimento vegetal sobre o solo evita que as enxurradas de água e a ação dos ventos retirem parcelas da superfície.
2. Lagos - sua presença propicia uma variação visual intensa e atrativa na paisagem; além de decorativo, o lago influencia marcantemente o ecossistema, quer pela sua capacidade em manter o equilíbrio da umidade atmosférica quer por favorecer a manutenção do sistema hídrico.
3. Renques corta vento - destacam-se a ação dos ventos livres, quase constantes em determinadas épocas do ano, em algumas regiões. As plantas submetidas à sua ação intermitente sofrem graves perdas de líquido, apresentando queimaduras em suas folhas, outras ficam tortuosas e envergadas pelas correntes. As espécies indicadas devem se integrar à paisagem tanto visualmente quanto funcionalmente, para não prejudicar a paisagem.
4. Maçicos Florais - são indicados no projeto paisagístico, sempre em locais por onde passam as pessoas ou ao alcance da vista. Para este fim, são indicadas espécies de plantas que produzam floradas fartas e vistosas, podendo-se alterná-las de acordo com a estação, o que torna o visual dinâmico interado com as mudanças naturais. Quanto ao formato dos canteiros, a preferência é por formas sinuosas ou amebianas, pela leveza.
5. Bosques - devem sempre existir, pois os benefícios são extremamente significativos ao ambiente. Bosques heterogêneos propiciam uma integração com a fauna e a flora local. Podem conter, por exemplo, essências florestais, essências ornamentais, árvores frutíferas. Devem proporcionar uma sensação de “leveza”, além de, em alguns casos, servirem como local para educação ambiental. Neste caso é comum colocar placas pequenas nas árvores com o nome científico, o vulgar e algumas características importantes.

Paisagismo Urbano

O aumento do stress urbano das grandes cidades, a necessidade de estar próximo à natureza tem aumentado consideravelmente. As áreas verdes proporcionam áreas de lazer, áreas para prática de esportes, meditação, estudo e entretenimento.
Nos últimos anos, houve um incremento na busca de informações sobre como amenizar o “cinza” dos prédios, do asfalto, como anular o efeito da poluição urbana. As áreas verdes, os parques, a arborização das ruas, as avenidas, as praças públicas, os clubes, os jardins públicos ou particulares, passaram de locais com algumas plantas dispostas sem nenhum cuidado a locais desenhados e com composições de cores, formas e texturas, proporcionando um visual extremamente amenizador e relaxante.
Para cada projeto de paisagismo, existem fatores a se considerar, como o porquê de implantar, onde implantar, como implantar, como manter, que estilo, que cores e quais as características desejáveis das plantas.
Para a arborização de ruas, normalmente cada cidade tem suas regras e modelos estabelecidos por profissionais da área, que irão avaliar ruas, avenidas, praças, parques, jardins públicos e, após, implantar seu projeto de forma mais adequada às condições da cidade.
Quanto a jardins de prédios, de casas, de indústrias ou escritórios, escolas e clubes particulares, há uma série de outros fatores relevantes, e normalmente há mais maleabilidade na realização do projeto.

Porque as pessoas querem plantas nos seus jardins

1. Nas entradas das casas ou clubes, uma composição de cores como tapete de boas vindas.
2. Plantas que emoldurem, contornem algum aspecto como sacadas, estátuas, mirantes, fontes e piscinas.
3. Plantas que delimitem espaços como, por exemplo, em áreas reservadas para relaxamento e estudos.
4. Para valorizar a propriedade.
5. Para áreas de recreação, educação ambiental.
6. Para encobrir algum defeito ou algum objeto visualmente estranho na propriedade.
7. Como quebra ventos, cortinas de árvores ou trepadeiras, para proporcionar maior privacidade.
8. Para atrair pássaros.
9. Para cultivar temperos, ervas ou flores para corte.
Além destes, existem inúmeros outros fatores que estão fazendo com que as pessoas procurem investir nas suas áreas verdes, desde pequenas até grandes.

Paisagismo de Áreas Internas

Nesta área, o paisagismo interno irá complementar a decoração, com seus elementos vivos e coloridos, o que proporcionará uma sensação leve, mas dinâmica.
Pode ser dividido em: jardins internos, jardins em terraços, sacadas e áreas de recreação. Neste tipo de projeto existem, como nos outros, um estudo a se fazer, para que seja atingida uma harmonia entre o ambiente e o jardim.
Fatores a serem considerados:
1. Finalidade (doméstico, comercial ou recreativo).
2. Formas, cores, texturas predominantes.
3. Estilo arquitetônico.
4. Iluminação existente (artificial ou natural).
5. Na medida do possível, o perfil das pessoas que interagem no local.
É extremamente vital para este projeto o conhecimento das características das plantas quanto à sua adaptabilidade e crescimento nos locais. Plantas são ornamentos vivos, que crescem e se desenvolvem, mudam sutilmente com as estações do ano, apresentando sempre um aspecto diferente e necessitando de cuidados constantes.
Cuidados essenciais:

Regas periódicas e bem dosadas.
Adubação periódica, de acordo com as necessidades de cada espécie.
Limpeza semanal, quinzenal, ou mensal, dependendo das condições da planta.
Preparo superficial do solo.
Prevenção e tratamento de pragas e/ou doenças.
Substituição de plantas doentes ou mortas.
Fatores Ambientais
Luz

Enquanto a luz interessa diretamente a apenas um só dos sentidos humanos, toda a vida da planta depende dela. É importante observar o local onde vão ser alocadas as plantas. Quantas horas o local recebe luz por dia durante a fase de crescimento?
Por exemplo, um local que é ensolarado durante todo o verão pode ter sombra no inverno. Numa casa ou numa estufa, existe sempre menos luz do que fora. Diante de uma janela, a luz é boa e direta; a 1,50m ou 1,80m da janela, ela ainda é boa, apesar de indireta; no resto do aposento é sombra. O mais indicado seria medir com um fotômetro a diminuição da intensidade luminosa à medida que a distância da janela aumenta.
É preciso levar em conta que as plantas no interior das casas só recebem luz de um lado, enquanto que, ao ar livre, mesmo na sombra, elas a recebem de todos os lados. A reação da planta é orientar-se para a luz e desenvolver-se nesta direção. A luz que emana de uma fonte única provoca a inclinação.

Parasitas e Doenças


Doenças Ação
Sinais na planta
Controle

Botrytis(bolor cinzento)
Fungo conhecido como bolor cinzento, desenvolve-se em ambiente frio e úmido.
Partes afetadas ficam cobertas por bolor cinzento.
Retirar parte afetadas.

Oídio
--
Manchas brancas pulvirulentas.
Ajustar a temperatura e a umidade.

Ferrugem
Afeta geralmente os pelargônios.
Pontos brancos nas folhas e na superfície abaxial; aparecem esporos castanhos formando anéis concêntricos.
Arrancar folhas afetadas e queimadas.

Fumagina
Provocada por fungos. Interfere na fotossíntese, inibindo o crescimento.
As folhas ficam cobertas por um depósito espesso e negro.
Com um pano úmido limpar as partes pretas das folhas.





Espécies
Arbustos e Herbáceas

Nome científico
Nome vulgar

Abelia grandiflora
abélia, abélia-da-china

Bambusa multiplex
bambu-folha-de-samambaia, bambu-de-pesca, bambu-anão

Buxo sempervirens
buxo, buxinho

Hibiscus rosa sinensis
rosa-da-china, hibisco, mimo-de-vênus

Hidrangea macrophylla
hortênsia

Plumbago capensis
bela-emília, plumbago, jasmim azul

Bougainvillea glabra
primavera, três-marias

Ardisia crenata
cafezinho, ardísia

Fuchsia mantilla
brinco-de-princesa

Thumbergia grandiflora
tumbérgia

Saintpaulia ionantha
violeta

Petunia hybrida
petúnia

Primula obconica
prímula

Primula vulgaris
prímula

Rhododrendon simsii
azaléia

Tagetes patula
tagetes ou cravo-de-defunto

Hemerocallis flava
lírio

Gerbera jamesonii
gérbera

Viola tricolor
amor-perfeito

Lobelia erinus
lobélia

Chrysanthemum frutescens
margarida

Agapanthus africanus
agapanto

Zantedeschia aethropica
copo-de-leite


kalanchoe

Cyclamen persicum
ciclame

Anthurium andraeanum
antúrio

Spathiphyllum wallisii
lírio-da-paz

Adiantum raddianum
avenca







Trepadeiras

Nome científico
Nome vulgar

Allamanda cathartica
alamanda amarela, alamanda

Antigonon leptopus
amor-agarradinho, cipó-mel, rosália, viuvinha, mimo-do-céu

Stigmaphyllon ciliatum
trepadeira-amarela, estigmafilo

Ipomoea horsfalliae
ipoméia-rubra, trepadeira cardeal

Pyrostegia venusta
flor-de-são-joão, cipó-de-são-joão

Cissus rhombifolia
cipó-uva

Monstera deliciosa
banana-do-mato, costela-de-adão

Ficus pumila
herinha, unha-de-gato, falsa-hera

Hoya carnosa
flor-de-cera, cerinha

Hedera helix
hera, hera inglesa

Jasminum nitidum
jasmim-asa-de-anjo, jasmim-estrela

Sandapsus aureus
jibóia, jibóia-verde





Palmeiras

Nome científico
Nome vulgar

Areca vestiaria
areca-dourada

Butia capitata
butiá-de-praia, butiazeiro

Cocos nucifera
coqueiro, coqueiro-da-bahia

Syagrus romanzoffiana
coqueiro-jerivá, jerivá

Chamaerops elegans
palmeira-de-leque, moinho de vento

Dypsis lutescens
areca-bambu, areca

Phoenix roebelenii
tamareira-anã, tamareira-de-jardim

Rhapis humilis
ráfia

Rhapis excelsa
palmeira-ráfia






Gramíneas

Nome científico
Nome vulgar

Axonopus compressus
grama-são carlos

Paspalum notatumgram
grama-mato-grosso, grama-de-pasto

Zoysia japonica
grama-esmeralda

Stenotaphrum secundatum
grama-inglesa-de-jardim

Festuca glauca
grama-azul, festuca





Aquáticas

Nome científico
Nome Vulgar

Limnocharis flava
mureré

Nymphaea alba
lírio d'água

Victoria regia
vitória-régia, rainha-dos-lagos





Recomendações

Erros a evitar no cuidado das plantas

O escurecimento da borda das folhas pode ser devido à insolação excessiva ou por correntes de ar frio.
A podridão cinzenta nas folhas e caules pode resultar de umidade excessiva.
Depósitos esbranquiçados nas paredes externas de um vaso de barro são indício de excesso de minerais, devido à adubagem excessiva.
Folhas murchas são consequência de um apodrecimento das raízes devido ao excesso de água.
Caules novos pendentes podem ser indício de uma planta com excesso de nutrientes.
Folhas que amarelecem e caem são sintomáticas de superirrigação
A queda das flores dos renovos é igualmente indício de superirrigação ou de sub-irrigação.
Folhas definhadas e torcidas em direção da fonte luminosa indicam que a planta está sem luz.
Folhas descoloridas é sintoma de iluminação insuficiente.


O que se deve evitar no paisagismo urbano (prédios, casas, escritórios, etc.)

Jardineiras ou canteiros construídos sobre lages de concreto com profundidade insuficiente para a devida expansão das raízes das plantas.
Inexistência ou insuficiência de pontos de drenagem para o escoamento do excesso de água.
Plantio de espécies em locais inadequados, prejudicando seu desenvolvimento, como, por exemplo, plantas de porte médio plantadas em vasos pequenos, ou o plantio de árvores em covas rasas ou sobre lajes de concreto, impossibilitando o desenvolvimento das raízes.
Início da implantação do jardim antes do término de outras obras, como pintura, iluminação, limpeza final, etc.
Poda desregrada e inconseqüente, mutilando as plantas.
Elementos Auxiliares

Pedras (brutas, seixos, pedriscos)
Caminhos, trilhas, acessos, contraste entre a vegetação são as inúmeras formas de utilização das pedras. Nos jardins orientais, as pedras são elementos imprescindíveis. Para os orientais, as pedras simbolizam as montanhas, que eram a morada dos imortais, exercendo desta maneira uma proteção para os locais, como guardiões e símbolo da sabedoria.

Dormentes
Os resistentes dormentes muito utilizados em trilhos de trem, podem ser utilizados com sucesso incrível nos projetos paisagísticos, sejam como divisórias, cercas, formando degraus de escadas, caminhos ou como suportes de plantas.

Troncos, raízes
Muito utilizados na composição com flores e folhas, formando arranjos. As formas rústicas proporcionam um visual bastante atraente. Muitos troncos são utilizados como suportes para samambaias, bromélias e trepadeiras.

Cascatas, rodas d'água, chafariz, fontes, piscinas
A água constitui fator de grande atração visual, tanto por seus efeitos de reflexão, sensação de ampliar horizontes e de movimento, quanto por seus efeitos sonoros e psicológicos. Entre as flores, folhagens, árvores, palmeiras, o efeito é incrível. Desde espaços pequenos, com pequenas fontes, até grandes locais, com piscinas ou cascatas, a água sempre equilibra a composição.

Gazebos, quiosques
Construções rústicas, feitas de madeira, proporcionam locais de meditação e lazer em meio ao jardim.

Pérgolas e treliças
As pérgolas feitas de madeira, com belas trepadeiras, podem dar ao jardim um efeito incrivelmente ornamental, podem estar próximas a piscinas, como em cobertura de varandas, nas entradas ou no abrigo para carros.
As treliças feitas de madeira podem servir como biombos separando áreas de um jardim, proporcionando quebras e uma sensação de que o jardim é muito grande, além de promoverem um certo mistério, por não se saber o que vem depois dela. Muito utilizada também em paredes, como suportes para vasos e xaxim, em locais abrigados ou não, ao redor de portas de entrada com belas trepadeiras.

Decks de madeira, móveis rústicos
Muito utilizados em áreas com piscinas, proporcionam um contraste belo entre a água e as plantas existentes. Também como áreas de meditação, ou em pequenas áreas de jardins internos de prédios ou casas, em formas sinuosas, dando a sensação de leveza e aconchego.

Iluminação (holofotes, arandelas, postes, conchas)
De fundamental importância para os jardins, é necessário que todos os pontos da iluminação estejam presentes no projeto de paisagismo, para possibilitar que a rede de fiação elétrica seja implantada antes das obras de jardinagem, evitando danos às plantas e transtornos posteriores.
A luz disposta em meio a grupos de plantas, iluminando-as de dentro para fora, cria ilhas de luminosidade difusa em meio ao ambiente escuro, proporcionando um efeito ornamental muito bom.

As cores em um jardim

Cores e aromas fazem a diferença em ambientes. As combinações harmoniosas são alcançadas através da mistura de tons escuros, médios e claros de um pigmento, ou da combinação de plantas cujas cores se aproximem umas das outras no gráfico das cores.
Cores primárias
vermelho, azul, amarelo
Cores secundárias
verde, laranja e violeta
Cores quentes
amarelo , vermelho e laranja
Cores frias
azul, violeta e verde
As cores quentes lembram o sol; já as cores frias provocam a sensação de sossego. Nas composições paisagísticas, pode-se e deve-se aproveitar destes recursos naturais e assim invocar sensações como aquecimento (cores quentes) ou frescor (cores frias).

Cores e flores
Sensações

Violeta (tumbérgia, violeta, petúnia, prímula)
Relacionada com a intuição e a espiritualidade, própria para locais de meditação

Verde (hera, avenca)
Cor protetora, terapêutica, inspira sentimentos de paz e harmonia. É a cor do equilíbrio, não agita nem relaxa demais.

Laranja (azaléia, tagete, lírio, gérbera)
Cor quente, radiante, dá energia, estimula o otimismo, a generosidade. Influencia a atividade física e intelectual

Amarelo (margarida, amor-perfeito, gérbera, lírio, junquilho)
Ligado à criatividade, estimula o raciocínio e a comunicação. Relacionada sempre com o sol, representa a força.

Azul (agapanto, hortênsia, lobélia)
Cor da paz, indicada para meditação, relacionada com confiança.

Vermelho (rosa, hibisco, kalanchoe, antúrio)
Cor do fogo, altamente energizante. Produz nos jardins um efeito fantástico, impossível de não ser admirado. Símbolo de força e vitalidade.





Outras cores


Cores e flores Sensações

Branco (azaléia, rosa, hibisco, copo-de-leite, lírio-da-paz)
Dá origem a todas as cores. Cor da pureza, relacionada também com a espiritualidade.

Rosa rosa, azaléia, hibisco, ciclame, prímula)
Relacionada com as emoções, cor do amor espiritual. Estimula relações afetivas.












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